Sobre a trilogia “O Senhor dos Anéis”

Capa dos filmes da trilogia “O Senhor dos Anéis”

Durante o feriado da Proclamação da República, eu e meu marido assistimos a trilogia O Senhor dos Anéis.

Para mim, a experiência foi de rever os filmes que eu assisti assim que estrearam no cinema (2001 a 2003). Já para o meu marido, a experiência foi um pouco diferente, tendo em vista que ele leu os livros aos 13 anos e só assistiu aos filmes comigo durante o feriado.

Ao rever os filmes, a forma que eu via a história foi completamente diferente. Afinal, eu tinha 13 anos quando o primeiro filme estreou.

Nesta idade, eu assisti admirando somente o universo fantástico, criado brilhantemente por Tolkien, através de seus personagens e lugares mágicos.

Hoje com 31 anos, eu visualizei este mesmo universo fantástico como uma metáfora da nossa vida.

A metáfora é cristalina em diversos elementos da história:

Como no caso dos Hobbits que representam a inocência, ingenuidade e curiosidade; 

A relação “pais e filhos” dos personagens mais velhos com relação aos mais novos. Na qual, podemos ver como somos suscetíveis a falhas, erros, acertos e medos na forma de educar os nossos filhos;

A questão da fé, presente e ausente, nos personagens e como tal elemento foi o divisor de águas no final da jornada de cada um.

O próprio anel que simboliza o poder, a cobiça, a ganância que existe dentro de todos nós e a capacidade de tal sentimento se sobrepor a outros e a forma que o mesmo age em cada ser humano, como é o caso dos personagens Gollum/Smeagol e Frodo Bolseiro;

E o fim da jornada dos Hobbits, na qual durante toda a trajetória tinham medo de não voltarem a ver o Condado em que moravam, mas que ao retornarem, eles se depararam com um lugar que continuava o mesmo, mas eles já não eram mais os mesmos.

E este é o grande segredo da vida, como as experiências, boas ou não, são capazes de nos modificar, de nos fazer enxergar a vida com outros olhos ou por uma nova perspectiva.

Por fim, este é o tipo de história que é tão densa, tão profunda e com a capacidade de ser atemporal (foi escrita entre 1937 e 1949), que vale a pena de se ter na estante e guardada em nossa mente e em nosso coração.

“Há algo de bom neste mundo e vale a pena lutar por isso.” (Samwise Gamgee)

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Um grande beijo a todos e até o próximo post!!

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